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Jardim de Alah: um novo caminho para o Rio

Nós, entusiastas do Parque Jardim de Alah, temos a expectativa de que o espaço se transforme num novo cartão postal do Rio de Janeiro daqui para a frente. O anseio se justifica diante das mudanças significativas previstas para essa área, que conecta a belíssima Lagoa Rodrigo de Freitas com as praias de Ipanema e Leblon. A lista é promissora: retirada de grades, novo paisagismo, parque inclusivo, quadras de esporte, ginásio coberto, anfiteatro, lojas, restaurantes, museu, creche e escola. E tudo isso a cargo da iniciativa privada, ou seja, sem gastar um tostão do contribuinte.
 
O modelo segue o formato de “concessão”, pelo qual um ente público faz uma licitação aberta. O vencedor investe no projeto e, como contrapartida, recebe o direito de operar serviços durante um prazo. No caso do Jardim Alah, o parceiro exercerá o direito sobre áreas comerciais locáveis e estacionamento ao longo dos próximos 35 anos. Como se pode ver, trata-se de uma relação ganha-ganha. Enquanto o Poder Público não precisa utilizar recursos do seu caixa, o cidadão ganha um parque novo, com investimentos de R$ 115 milhões, e a garantia da manutenção do serviço gratuito.
 
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