O primeiro semestre legislativo deste ano foi movimentado na Câmara Municipal do Rio. Aprovamos projetos que geram impacto direto na vida da população — alguns com avanços importantes, outros ainda cercados de debates. Mais do que marcar posição, o importante foi construir melhorias concretas, buscando equilíbrio entre ordem, liberdade e planejamento urbano.
O tema que mais mobilizou atenção no Palácio Pedro Ernesto foi a autorização para o armamento da Guarda Municipal, agora batizada de Força de Segurança Municipal. O projeto original deixava lacunas que levantaram preocupações legítimas: falta de controle, de preparo e de garantias institucionais. Por isso, votamos contra na primeira discussão. Mas, entre o primeiro e o segundo turno, conseguimos emplacar mudanças fundamentais. O texto final garantiu uso obrigatório de câmeras corporais, prioridade para os guardas já ativos nos concursos, além de autorização para que eles possam manter a arma fora do expediente. Com essas conquistas, foi possível votar sim — reforçando a ordem pública com responsabilidade e mecanismos de fiscalização.
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