Quem circula pelo Rio, seja morador ou turista, percebe logo: a pichação tomou conta de vários pontos da cidade. De muros a monumentos históricos, passando por prédios públicos e privados, essa praga urbana não só enfeia o Rio, mas sinaliza abandono, alimenta a cultura do crime e custa caro ao bolso de todos nós.
Há uma diferença entre pichação e grafite artístico. Este é reconhecido como expressão cultural e autorizado em espaços públicos específicos. Já a pichação é vandalismo. Vai além da estética: transmite mensagem de que a cidade está largada e que o crime pode marcar território à vontade.